sexta-feira, 22 de abril de 2022

2022 - ABRIL - LEITURA 33 - A Última Coisa que Ele me Falou - ⭐⭐⭐⭐

 

Hanhah casa com Owen que é viúvo e pai de uma garota adolescente.

Até que um dia Owen desaparece e coincidentemente em meio às denúncias de escândalo financeiro da empresa em que trabalha.

O que fazer diante dessa situação?

Só lendo para entender tudo e descobrir o que se passou de fato.

Tema: Leituras de Abril 2022 (33)

Título: A Última Coisa Que Ele Me Falou

Autor: Laura Dave

País: EUA

Páginas: 320

Editora Intrínseca - RJ

Avaliação: ⭐⭐⭐⭐

Término da leitura: 22/04/2022

#desafiodos100livrosemumano 33/100

Autora

Nasceu em Nova York no ano 1977.

Formou-se pela Universidade da Pensilvânia em 1999.

Obra

Lançada em 2021 é a mais recente obra escrita pela autora e tornou-se Best Seller instantâneo passando a figurar como o número 1 da lista do New York Times.

Sem fugir das questões de família que são os temas mais descritos em sua obra cria um

“trhiller” muito agradável de ler.

Homem recém-casado desaparece na mesma semana em que a imprensa anuncia um escândalo financeiro na empresa em que ele trabalha.

Fica para trás a esposa e a filha do primeiro casamento.

As duas se lançam em sua busca. Não esperam a polícia.

Relembrando as conversas em família retornam à cidade de origem de seu esposo e para sua surpresa descobre fatos até então desconhecidos.

É uma longa busca.

Bem escrito mais parece feito para o cinema.

Primeira obra que leio da autora.

 E então...

Já leram? o que me dizem?

domingo, 17 de abril de 2022

2022 ABRIL - LEITURA 32 - O Beijo do Rio - ⭐⭐⭐⭐


 Meu primeiro contato com a obra de Stefano Volp foi através desse livro " O beijo do Rio".

Como consegui o livro?

Através da assinatura anual da TAG Inéditos. O quarto livro do ano 2022.

Comecei a leitura e simplesmente me encantei com o ritmo da leitura, os personagens, a história.

Há momentos de tensão e momentos de reconciliação e reparo de vidas.

Não há como não se encantar.

Tema: Leituras de Abril 2022 (32)

Título: O Beijo do Rio

Autor: Stefano Volp

País: Brasil – Espírito Santo

Páginas: 320

Editora Harper Collins – RJ e TAG – RS - 2022

Avaliação: 4/5

Término da leitura: 17/04/2022

#desafiodos100livrosemumano 32/100

#desafioestadosBR – 13/27

Autor

Nascido em Vitória, no Espírito Santo, em 1990, Stefano Volp é escritor, roteirista, tradutor e produtor editorial, mas define a si, essencialmente, como um contador de histórias.

Formado em Jornalismo, é autor de quatro livros de ficção, incluindo O segredo das larvas, uma ficção distópica que problematiza o racismo e a opressão social, e Homens pretos (não) choram, obra de crônicas que apresenta uma visão contemporânea sobre masculinidade e os arquétipos do homem, sobretudo, o homem negro. Em 2022, Volp publicará um thriller psicológico inédito pela HarperCollins.

Com passagem pela Academia Internacional de Cinema e por renomados laboratórios de roteiro, o autor é também roteirista do projeto Proteja Os Seus Sonhos, série constituída por três curtas-metragens e produzida em parceria com a Som Livre, Mangolab e AUR com a participação de 10 artistas da cena do R&B nacional. Paralelamente, desenvolve também uma série pela RT Features.

 

Obra

Daniel ao sair de sua cidade natal Ubiratã, aos dezessete anos, não pretende voltar.

Dez anos depois de sua saída, trabalhando como jornalista em uma renomada revista, recebe a visita misteriosa de uma jovem dizendo-se grávida de seu melhor amigo e ao mesmo tempo comunicando a morte do jovem namorado.

Pede que Daniel retorne para investigar a morte do garoto, pois há suspeitas de que seja um homicídio e não um suicídio como o informado pela polícia.

 Daniel retorna e enfrenta a família, a Igreja (seita) que domina o lugar e todos os obstáculos para desvendar os mistérios que envolvem a morte do amigo.

Citações

  1. Quando a gente mora no fundo de uma cisterna por muito tempo e depois vai até a superfície, o lado de fora parece tão perfeito que a gente sente falta do escuro. Página 23
  2. Demonstrar vulnerabilidade não seria algo inteligente para alguém com as minhas responsabilidades, e a inteligência é o único meio que possuímos para dominar os nossos instintos. Página 160
  3. Expectativas mal dosadas podem arruinar uma vida. Página 205
  4. O que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Encerrando ciclos. Página 258

2022 Abril - Leitura 31 - O Crime do Padre Amaro - ⭐⭐⭐⭐

 

Nos anos 60 quando aprendi a ler esse livro era terminantemente proibido para jovens garotas lerem.

Ainda mais se as garotas fossem criadas num lar cristão. 

Então só agora eu o li.

Tema: Leituras de Abril 2022 (31)

Título: O Crime do Padre Amaro

Autor: Eça de Queiroz

País: Portugal

Páginas: 384

Editora Ática

Avaliação: 4/5

Término da leitura: 17/04/2022

#desafiodos100livrosemumano 31/100

#desafiovailendo 2022 – 16/25 – Clássico Mundial

 

Autores

José Maria de Eça de Queiroz nasceu em Póvoa do Varzim, norte de Portugal, de pais que não eram casados – esse casamento só aconteceria quatro anos depois. A situação, escandalosa para a época, talvez tenha contribuído para a visão profundamente crítica à moral da classe média portuguesa que o escritor imprimiu à sua obra.

Eça ingressou aos 16 anos na Universidade de Coimbra, de onde saiu formado em Direito. Nesse período reuniu-se a outros jovens literatos, como Antero de Quental, que formaram o grupo conhecido como a Geração 70. Mudou-se para Lisboa, seguindo uma carreira de jornalista que continuaria em Évora e em sua volta para a capital. Em folhetins e na poesia, havia até então sido um adepto do Romantismo. Contudo, na volta a Lisboa, tomou parte no grupo de intelectuais conhecido como O Cenáculo. Sob a influência do escritor Gustave Flaubert e do teórico anarquista Pierre-Joseph Proudhon, aderiu ao Realismo.

Em 1895, sob a influência do Naturalismo, publicou o romance O crime do padre Amaro, que provocou protestos da Igreja e de setores da sociedade. Três anos depois, O primo Basílio teve recepção semelhante, apesar do sucesso de vendas. Em 1888 saiu Os Maias, romance considerado sua obra-prima. Parte da extensa obra do escritor, como o romance A cidade e as serras, veio à luz postumamente. Eça, que deixou quatro filhos, morreu em Paris, de tuberculose.

 

Obra

Por trás do amor proibido de uma jovem donzela e de um jovem sacerdote o autor faz uma análise rigorosa da hipocrisia e do moralismo da sociedade portuguesa de seu tempo.

Debate o celibato clerical.

O romance inaugurou o Realismo/Naturalismo em língua portuguesa.

Sua publicação causou escândalo: o ataque à Igreja e o realismo da narrativa chocaram o público burguês e o espírito ferrenhamente católico da época quando foi publicado em 1875.

E então... Já leram? 

Gostaram?

Deixem suas impressões.

terça-feira, 12 de abril de 2022

2020 - Abril - Leitura 30 - Cartas entre amigos - ⭐⭐⭐⭐

 O livro atual me reporta ao passado e com ele a saudade que senti de quando mais jovem me correspondia com amigos e parentes através das cartas. 

De uma época em que o carteiro era conhecido na rua e até já sabia quem éramos pelas correspondências que trocávamos.

Bateu saudade. 

Escolhia o papel de carta mais bonito e dentro do envelope colocava sempre um em branco para completar a coleção da amiga.

Ah que saudade!

Tema: Leituras de Abril 2022 (30)

Título: Cartas entre amigos – sobre ganhar e perder

Autor: Gabriel Chalita e Fábio de Melo

País: Brasil – MG e SP

Páginas: 234

Editora Globo – SP - 2010

Avaliação: 4/5

Término da leitura: 12/04/2022

#desafiodos100livrosemumano 30/100

#desfiodos24temas 8. Um livro que o título comece com a letra do seu sobrenome

Autores

Padre Fábio José de Melo Silva nasceu na cidade de Formiga (Minas Gerais), no dia 3 de abril de 1971.

Tornou-se nacionalmente conhecido por seu trabalho como comunicador: sua obra compõe-se de 6 livros publicados e também de 11 CDs que, juntos, venderam mais de 1,8 milhão de unidades.

Mestre em antropologia teológica, foi ordenado em 2001 e atua na diocese de Taubaté, interior de São Paulo.

Ele é o caçula dos oito filhos do pedreiro Dorinato Bias Silva e da dona-de-casa Ana Maria de Melo Silva.

Gabriel Chalita - Nascido em 30 de abril de 1969, em Cachoeira Paulista - SP, revelou-se como escritor já aos 12 anos, quando publicou seu primeiro livro. Aos 15, fez uma coleção destinada a crianças em idade de catequese. Sua obra compõe-se, hoje, de 50 títulos, desde livros didáticos até tratados sobre a ética e a filosofia. Entre eles: "Os dez mandamentos da ética", "Ética do Rei Menino", "Pedagogia do amor", "Vivendo a filosofia", "Pedagogia da Amizade" e “Cartas entre amigos” (em parceria com Padre Fábio de Melo).

 

Obra

Cartas escrita à mão. Alguém lembra?

Esse foi o meio escolhido pelos dois amigos para se comunicar, em tempos de e-mail e mensagens rápidas, e assim trocarem ideias sobre a vida, suas perdas, seus ganhos, a arte, amigos e experiências de vida.

De uma sensibilidade extraordinária as dezoito cartas trocadas entre os amigos.

 

Citações:

  1. Lutar, cantar, amar e calar...assim queria o poeta. Página 17
  2. A vida ganha novo sentido cada vez que uma boa palavra vem iluminar as varandas de nossa mente. Página 30
  3. Minha mãe sempre foi dona de casa. Nunca exerceu uma profissão nem tão pouco frequentou escolas e universidades. No entanto posso lhe assegurar que ela é o melhor livro que já li na minha vida. Página 51
  4. Ceder não é entregar ao outro o troféu da vitória. Página 53
  5. Gabriel, a vida só tem sentido se tocarmos o coração das pessoas. Página 65
  6. Eu decidi viver assim. As malas estão sempre prontas. Quando percebo que a vida me chama, não penso duas vezes. Eu vou. Página 71
  7. Um coração sem cercas é como uma janela limpa. Página 74
  8. É preciso sonhar com o essencial. Somos mais do que os cargos que ocupamos. Somos mais do que os aplausos que recebemos. Página 77
  9. Gabriel, só pode resistir ao ódio, sem a ele sucumbir, aquele que se possui. Página 91
  10. Amigos são poetas da alma. São andarilhos duais, alegres e tristes. Página 102
  11. A linguagem da renda é o silêncio. Página 110
  12. Não morrem os que defendem a vida. Página 198
  13. A maturidade nos ensina que a restrição é tão benéfica quanto a possibilidade. Página 213
  14. Fazer um povo voltar a sonhar não é tarefa simples. Página 215


E então...

Já leram?

Deixem seu comentário.

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